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Cidades mais caras para se viver – o que mudou em 2020?

Estudo da The Economist mostra como a pandemia de coronavírus afetou o custo de vida em 133 cidades ao redor do mundo e compara o custo de 138 serviços e bens.

Estudo da The Economist mostra como a pandemia de coronavírus afetou o custo de vida em 133 cidades ao redor do mundo e compara o custo de 138 serviços e bens.

133 cidades mais caras para se viver em 2020

Segundo o estudo, Worldwide Cost of Living 2020, em 2020 as três cidades mais caras para se viver no mundo foram Zurique, na Suíça, Paris, na França e Hong Kong, na China.

As cidades europeias ultrapassaram Cingapura e Osaka na pesquisa e a mudança no ranking está relacionada aos impactos da pandemia de coronavírus sobre os preços de alimentos, moradia e hospedagem em todo o mundo.

São Paulo e Rio de Janeiro são as duas cidades brasileiras presentes no estudo. Ambas ficaram empatadas na 119ª posição no ranking e estão entre as cidades que tiveram maior queda no custo de vida em 2020.

Quais as cidades com maior custo de vida no mundo?

  • Zurique, Suíça
  • Paris, França
  • Hong Kong, China
  • Singapura, Singapura
  • Tel Aviv, Israel
  • Osaka, Japão
  • Genebra, Suíça
  • Nova Iorque, Estados Unidos
  • Copenhague, Dinamarca
  • Los Angeles, Estados Unidos

Como a pandemia de coronavírus afetou os preços em 2020?

No geral, todas as cidades analisadas pela The Economist, tiveram um aumento de 0,3% nos custos em relação ao ano anterior. Duas categorias tiveram aumentos relacionados à quarentena e o isolamento social: tabaco e recreação (incluindo eletrônicos); enquanto vestuários foi a única categoria que viu uma queda nos preços.

Segundo a publicação, o que causou esse aumento foi:

  • Volatilidade da moeda em relação ao dólar;
  • Problemas de abastecimento – no início da pandemia, a demanda pelos bens era maior do que a oferta e gerou uma tendência de “estocamento” de alguns itens;
  • Mudanças no estilo de vida dos consumidores, que por conta da quarentena, passaram a consumir bens e serviços essenciais
  • Ações governamentais, como controle de preços e aumento de impostos, como aconteceu na Argentina e na Arábia Saudita, respectivamente.

Vale reforçar que esse foi um reflexo geral e médio da pandemia nos preços das 138 cidades estudadas.

O que esperar para 2021?

Tudo irá depender do andamento da pandemia ao longo do ano, mas segundo a publicação, é esperado que as tendências de 2020 sigam nesse ano, ou seja, os gastos continuarão contidos e os preços pressionados para não subirem.

O consumidor deve continuar priorizando os gastos essenciais, como entretenimento para casa e acesso mais rápido à internet. Itens como vestuário e recreação ao ar livre devem continuar em baixa.

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